sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Camará Escura

Professor: Fabio mandou fazer um trabalho sobre a camará escura, todos os alunos teriam que fazer sua parte para fazer a caixa só duas equipes terminou a caixa e mostrou a ele. Os materiais eram uma caixa, um papel branco fita preta pano preto depois era só fazer a caixa.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Teorema de Pitágoras

PITÁGORAS

PITÁGORAS (580-497 a.C.)
"Prestem atenção: num triângulo retângulo, o quadrado da hipotenusa é igual à soma dos quadrados dos catetos. Ou seja: a2=b2+c2. Está claro?" O professor larga o giz e se volta para a classe: "pois este é o enunciado do teorema de Pitágoras. Vamos passar agora à demonstração". Enquanto o professor se vira de novo para o quadro negro, alguns alunos se entreolham: "E quem foi esse Pitágoras?"
Um grego - o nome não engana ninguém. Um matemático - óbvio, caso contrário não faria teoremas. Um gênio - claro, senão quem não se preocuparia com ele e seus teoremas 25 séculos após sua morte? Um astrônomo - bem, vá lá, astronomia e matemática sempre andaram juntas. Mas Pitágoras foi mais que isso: conhecia também música, moral, filosofia, geografia e medicina.Pitágoras viveu há 2500 anos e não deixou obras escritas. O que se sabe de sua biografia e de suas idéias é uma mistura de lenda e história real. A lenda começa antes mesmo de Pitágoras nascer: por volta de 580 a.C., a sacerdotisa do deus Apolo disse a um casal que vivia na ilha de Samos, no mar Egeu: "Tereis um filho de grande beleza e extraordinária inteligência; será um dos homens mais sábios de todos os tempos." No mesmo ano, o casal teve um filho. Era Pitágoras.
Lenda ou não lenda, a inteligência do jovem Pitágoras assombrava os doutos das melhores escolas de Samos: não conseguiam responder as perguntas do moço de 16 anos. Nessas condições, só havia uma coisa a fazer: despachá-lo a Mileto, para que estudasse com Tales - o maior sábio da época, provavelmente o primeiro grego a se dedicar cientificamente aos números.Adulto, Pitágoras resolveu ampliar seus interesses. E começaram a somar, além dos números, idéias sobre a ciência e a religião de outros povos. Acreditando que era preciso ver para crer, arrumou as malas e disse "até logo" a seus patrícios: foi à Síria, depois à Arábia, à Caldéia, à Pérsia, à Índia e, como última escala, ao Egito, onde passou mais de 20 anos e se fez até sacerdote para melhor conhecer os mistérios da religião egípcia. Dizem que quando Cambises conquistou o Egito, Pitágoras foi levado em cativeiro para a Babilônia. Curioso como era, o grego aproveitou a chance para descobrir em que pé andavam as ciências naquele país.Muito tempo tinha passado e Pitágoras já dobrava a curva dos 50. Seu desejo era voltar a Samos e abrir uma escola. Mas Samos tinha mudado e o ditador Polícrates, que governava a ilha, não queria saber nem de escolas nem de templos. Aí Pitágoras seguiu adiante, a Crotona, no sul da Itália, onde as melhores famílias da cidade lhe confiaram prazerosamente a educação de seus filhos. E Pitágoras pôde, por fim, fundar sua escola, onde passou a ensinar aritmética, geometria, música e astronomia. E, permeando essas disciplinas, aulas de religião e moral.Mais que uma escola, Pitágoras conseguira criar uma comunidade religiosa, filosófica e política. Os alunos que formava saíam para ocupar altos cargos do governo local; cientes de sua sabedoria torciam o nariz antes as massas ignorantes e apoiavam o partido aristocrático. Resultado: as massas retrucaram pela violência e - segundo dizem uns - incendiaram a escola, prenderam o professor e o mataram. Outros são mais otimistas: contam que Pitágoras foi só exilado para Metaponto, mais ao norte, na Lucânia, onde morreu, esquecido mas em paz, com mais de 80 anos de idade.

Teorema de Pitágoras


Assim se demonstra o teorema de Pitágoras: somando os quadradinhos dos quadrados menores, que correspondem aos catetos, vê-se que seu número é igual aos do quadrado maior, cujo lado constitui a hipotenusa de um triângulo

tales de mileto

TALES DE MILETO


TALES DE MILETOLendariamente, conta-se que, por volta de 550 a.C., o faraó Amasis queria construir uma pirâmide mais alta do que a de Queóps, pelo que, era necessário saber quanto media a dita pirâmide. Porém, a tarefa não era fácil uma vez que implicava medir a altura de um sólido com faces oblíquas.
Alguém terá sugerido ao faraó um certo grego que vivia na ilha de Mileto - Tales. Com intuito de solucionar o problema, o geómetra viajou até ao Egipto tendo sido conduzido ao planalto de Gizé para efectuar a referida medição. Já no local, o grego aguardou pelo pôr do Sol e, passado algum tempo, disse para espanto dos egípcios: «Voltarei oportunamente e darei então a altura da pirâmide de Quéops». Posto isto, regressou à Grécia deixando os sábios egípcios perplexos e de pé atrás. Para quando o oportuno regresso?

Conforme havia prometido, Tales voltou ao Egipto em Outubro. Antes do pôr do Sol, dirigiu-se ao planalto de Gizé. Mediu a sua própria altura, fez uma marca na areia correspondente a essa altura e aguardou que o Sol se pusesse num plano perpendicular a um dos lados da base da grande pirâmide, cuja sombra gigantesca se projectava no chão. A sombra de Tales, muito mais pequena, projectava-se também. Depois, ordenou que se fizesse uma marca correspondente à sombra da pirâmide, quando a sua própria sombra tivesse comprimento igual à sua altura marcada no chão. Tomando esse comprimento, e tendo em conta que a razão entre a altura da pirâmide e respectiva sombra era a mesma que a razão entre a sua própria altura e a da sua sombra, concluiu que a pirâmide era 85 vezes a sua altura.
Actualmente, medir a altura de qualquer coisa, nomeadamente da referida pirâmide egípcia é uma tarefa trivialíssima e, portanto, este artigo não traz nada de extraordinário. Porém, não acham interessante que estes dados sejam suficientes para que possamos calcular a altura de um génio que nasceu há cerca de 2632 anos? ;)

tales

O Teorema de Tales


O Teorema de Tales foi proposto pelo filósofo gregoTales de Mileto, e afirma que: quando duas retas transversais cortam um feixe de retas paralelas, as medidas dos segmentos delimitados pelas transversais são proporcionais. Para entender melhor o Teorema de Tales, é preciso saber um pouco sobre razão e proporção. Para a resolução de um problema envolvendo o Teorema de Tales, utiliza-se a propriedade fundamental da proporção, multiplicando-se os meios pelos extremos

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

OS MESTRES DA MATEMÁTICA

GRANDES MATEMÁTICOS
Albert Einstein
Abel
Ampère
Aristóteles
Bhaskara
Blaise Pascal
Euclides de Alexandria
Isaac Newton
John Von Neumann
Karl Friedrich Gauss
Pitágoras
Renê Descartes
Tales
Charles De la Vallée Poussin
Diofanto de Alexandria
Farkas Bolyai
Erastotenes de Cirene
Francois Edouard Anatole Lucas

Albert Einstein

Sonho de Einstein vira realidade: fóton é aprisionado

Sonho de Einstein
Uma equipe de pesquisadores europeus conseguiu pela primeira vez estabilizar um estado quântico de forma constante.
Este foi um sonho várias vezes manifestado por Albert Einstein, que afirmava que se contentaria em observar um fóton preso por um segundo - Einstein não se dava muito bem com as predições pouco usuais da mecânica quântica, que ele nunca aceitou por completo.
Clément Sayrin e seus colegas do Laboratório Kastler Brossel, na França, fizeram bem mais do que isso: eles mantiveram um número constante de fótons aprisionados dentro de uma cavidade de micro-ondas "de forma permanente", segundo relataram em um artigo publicado na revista Nature.
Caixa de fótons
Essa caixa de fótons é uma cavidade de ressonância formada por dois espelhos supercondutores, onde os fótons ficam presos de forma contínua, sem precisar que eles sejam continuamente transferidos de uma armadilha para outra.
Normalmente um fóton, a unidade básica da luz, somente pode ser observado quando ele desaparece.
Por exemplo, quando atinge as células fotorreceptoras do nosso olho, o fóton deixa de existir e sua "informação" é traduzida na forma de um impulso elétrico que nos dá consciência de sua finada existência.
Seu aprisionamento - ou estabilização, como chamam os físicos - permite que eles sejam estudados de forma direta, eventualmente sem serem afetados, algo que passou a ser cogitado há pouco tempo com a chamada "medição fraca".

Albert Einstein


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